
A contratação de serviços de segurança patrimonial exige mais do que a análise de preço e escopo operacional. Cada vez mais, empresas e instituições precisam considerar um fator essencial: a responsabilidade trabalhista e o cumprimento dos acordos coletivos da categoria.
Recentemente, vieram a público discussões no setor sobre empresas que não cumpriram integralmente o reajuste salarial previsto em acordo coletivo, gerando prejuízos aos profissionais e insegurança jurídica para toda a cadeia envolvida. Situações como essa reforçam a importância de avaliar com critério quem está sendo contratado.
Acordos coletivos: referência para um setor saudável
O acordo coletivo firmado entre sindicato patronal e laboral existe para estabelecer regras claras, equilibrar custos, garantir direitos e manter a estabilidade do serviço prestado. Ele não é apenas uma formalidade, mas um instrumento fundamental de organização do setor de segurança privada.
Empresas que seguem o acordo:
• planejam corretamente seus custos;
• pagam salários de forma correta e transparente;
• reduzem riscos trabalhistas;
• e asseguram continuidade e qualidade na prestação do serviço.
Infelizmente, quando esse compromisso não é respeitado, os impactos vão além da empresa prestadora, afetando diretamente trabalhadores e também os tomadores de serviço, que podem ser chamados a responder solidariamente em processos trabalhistas.
O papel do tomador de serviço
Contratar uma empresa de segurança envolve corresponsabilidade. Por isso, é fundamental que o tomador:
• verifique se a prestadora cumpre o acordo coletivo vigente;
• exija comprovação de pagamento correto de salários e benefícios;
• acompanhe a regularidade trabalhista ao longo do contrato, e não apenas no início.
Optar por uma empresa que não cumpre obrigações legais pode gerar passivos financeiros, desgaste institucional e interrupções no serviço, além de comprometer a imagem do contratante.
Compromisso com a legalidade e com as pessoas
Na Anjos da Guarda, o cumprimento integral do acordo coletivo não é apenas uma obrigação legal, mas parte do nosso compromisso com a ética, com os profissionais que atuam na linha de frente e com os clientes que confiam em nosso trabalho.
Acreditamos que relações transparentes, respeito às normas e valorização dos profissionais são a base para um serviço de segurança eficiente, estável e sustentável. Esse posicionamento protege o trabalhador, traz tranquilidade ao contratante e fortalece todo o setor.
Contratar bem é prevenir problemas
Mais do que reagir a crises, a melhor estratégia é a prevenção. Escolher empresas comprometidas com boas práticas trabalhistas é uma decisão que reduz riscos e contribui para um ambiente corporativo mais seguro e responsável.
Segurança de verdade começa com gestão responsável, cumprimento de acordos e respeito às pessoas.